
Do lado de dentro, não tem móveis, não tem decoração e nem mesmo aquele quê de desorganização. Mas ainda assim, é como se as paredes falassem e fossem capaz de contar vinte e dois anos de história, como se a casa tivesse vida e eu chego a ouvir sua respiração. Do lado de fora, ainda tem a rua, os carros, as pessoas e aquele quê de amizade. Mas ainda assim, é como se todas as palavras se calassem. A casa vazia e a memória repleta de lembranças. E em mim, aquela ponta de nostalgia, o gosto indigesto da saudade e a urgência de sentir estar em casa.
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